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São José do Rio Preto, São Paulo, Brazil
Formação Superior em Recursos Humanos, Pós-Graduado em Gestão Estratégica de Pessoas e curso de Liderança Aplicada. Experiência de 14 anos na área de Recursos Humanos. Experiência de 09 anos na área Administrativa/Financeira. Atuou nos segmentos de Construção Civil, Rede Educacional/Religiosa e Consultoria de RH. Atualmente atua como Consultor em RH e Palestrante Motivacional/Comportamental - realizando palestras e treinamentos, in company, objetivando inspirar e persuadir as pessoas a se engajarem na busca constante de seu autodesenvolvimento, visando à superação das lacunas e carências existentes em suas competências a fim de atingirem sustentabilidade na carreira. Como Consultor, propõe ações interventivas, quando solicitado pelas empresas, que podem ser efetivamente aplicadas para solucionar problemas e conduzir ao aperfeiçoamento no que tange a Gestão de Pessoas. Coautor do Livro Ser + com T&D - Estratégias e Ferramentas de Treinamento e Desenvolvimento para o Mundo Corporativo.

15 de jul de 2013

FALTA DE TRANSPARÊNCIA NA COMUNICAÇÃO GERA COMPORTAMENTO NEGATIVO



Por: Alcides Ferri
Para que as relações entre pessoas se tornem mais fáceis e produtivas é preciso que haja transparência na comunicação, principalmente por parte daqueles que estão em posição de gestão e liderança.
Em muitas empresas, é comum o gestor administrativo (geral) chamar o colaborador de uma determinada área a fim de comunicar que alguma alteração ocorrerá e isso afetará a pessoa de certa forma. Na sequência, o gestor administrativo sinaliza que o gestor de área já está a par da situação, deu o seu aval, e que, por sua vez, também terá uma conversa com o colaborador.
Depois, quando acontece a conversa entre o colaborador e seu gestor direto, este se posiciona como quem não sabia de nada, dissimulando neutralidade. Tal atitude gera um comportamento negativo que gera um mal estar e a perda de credibilidade do gestor perante o colaborador. Ocorre porque muitas vezes o gestor direto não quer dar a impressão de que coparticipou na alteração realizada, principalmente se o colaborador alvo é afetado de forma contundente. Assim sendo, o gestor direto se posiciona sem tomar partido e ou age com aparência de zelo para com o colaborador, dizendo que aquilo veio de cima para baixo e até ele mesmo teve que acatar.
Neste caso, a comunicação deveria ter sido originada entre gestor direto e colaborador ou entre gestor direto, gestor administrativo e colaborador. Porém, mesmo ocorrendo como no exemplo acima, o gestor direto jamais deve fingir ou disfarçar que não sabia de nada.
A opacidade na comunicação não é bem-vinda, gera comportamentos impróprios e faz com que as relações se deteriorem porque mina a relação de confiança existente entre as pessoas que convivem num mesmo ambiente profissional. A harmonia prevalece quando se adota um comportamento pautado na transparência por parte do emissor, de modo a não se furtar de expor a sua participação na realidade dos fatos.
*Alcides Ferri tem formação Superior em Recursos Humanos, Pós-Graduado em Gestão Estratégica de Pessoas e curso de Liderança Aplicada. Experiência de 14 anos na área de RH. Experiência de 09 anos na área Administrativa/Financeira. Atuou nos segmentos de Construção Civil, Rede Educacional e Consultoria de RH. Atualmente atua como Palestrante Motivacional/Comportamental – realizando palestras e treinamentos, in company, objetivando inspirar e persuadir as pessoas a se engajarem na busca constante de seu autodesenvolvimento, visando à superação das lacunas e carências existentes em suas competências a fim de atingirem sustentabilidade na carreira. Como Consultor, propõe ações interventivas, quando solicitado pelas empresas, que podem ser efetivamente aplicadas para solucionar problemas e conduzir ao aperfeiçoamento no que tange a Gestão de Pessoas.

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