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Alcides Ferri (17) 9609.4599 alcidesferri@bol.com.br

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São José do Rio Preto, São Paulo, Brazil
Formação Superior em Recursos Humanos, Pós-Graduado em Gestão Estratégica de Pessoas e curso de Liderança Aplicada. Experiência de 14 anos na área de Recursos Humanos. Experiência de 09 anos na área Administrativa/Financeira. Atuou nos segmentos de Construção Civil, Rede Educacional/Religiosa e Consultoria de RH. Atualmente atua como Consultor em RH e Palestrante Motivacional/Comportamental - realizando palestras e treinamentos, in company, objetivando inspirar e persuadir as pessoas a se engajarem na busca constante de seu autodesenvolvimento, visando à superação das lacunas e carências existentes em suas competências a fim de atingirem sustentabilidade na carreira. Como Consultor, propõe ações interventivas, quando solicitado pelas empresas, que podem ser efetivamente aplicadas para solucionar problemas e conduzir ao aperfeiçoamento no que tange a Gestão de Pessoas. Coautor do Livro Ser + com T&D - Estratégias e Ferramentas de Treinamento e Desenvolvimento para o Mundo Corporativo.

21 de dez de 2010

Alcides Ferri é Destaque em 2010 e foi convidado para participar do Livro Ser + com T&D.

Alcides, você é nosso convidado destaque!


É com imensa satisfação que A Editora Ser Mais em parceria com a ABTD - Associação Brasileira de Treinamento e Desenvolvimento informam uma parceria especial que resultou no lançamento do mais  novo livro da Coleção Ser +, focado exclusivamente em T&D!

Abordando diversos temas. O primeiro livro foi o Ser + Líder. O segundo livro foi o livro Ser + Saudável e melhorar o seu Bem- Estar, produzido em conjunto com o Instituto Fitness Brasil. Na seqüência lançamos os títulos Ser + em Vendas, Ser Inovador em RH, Ser + com PNL, Ser + com Motivação e Ser + com Coaching.

Estamos convidando-o a participar do oitavo livro que será Ser + com T&D –
Estratégias e Ferramentas de Treinamento e Desenvolvimento para o Mundo Corporativo.

Trata-se de um projeto que terá todo o apoio de publicidade da revista SER MAIS (com distribuição nacional). O livro será divulgado através de grandes ações de email marketing para o mercado nacional e também para a nossa base de assinantes da revista e newsletters, que somam mais de 100.000 mil leitores.

Criaremos também a coluna Ser + com T&D no portal da Revista Ser Mais, onde os participantes do livro serão colunistas oficiais, podendo incluir outros artigos que desejarem.

Reconhecemos você como um grande profissional da área de T&D, por isso o convidamos para fazer parte deste livro.

Nossa equipe esta à sua disposição para dar quaisquer outros esclarecimentos sobre o projeto!

Venha fazer parte dessa história de Sucesso Editorial.

Um grande abraço,

Alexandre Slivnik -  Dr. Jô Furlan e Mauricio Sita

31 de ago de 2010

Conarh 2010 - Impressões de Alcides Ferri

Tive a privilegiada oportunidade de participar, a convite da ABRH Nacional – Associação Brasileira de Recursos Humanos, do 36° CONARH – Congresso Nacional sobre Gestão de Pessoas, que aconteceu de 17 a 20 de agosto.

Diante do cenário favorável que o Brasil atravessa, sendo considerado um dos países em potencial para a próxima década, foi pontuado que o grande desafio está na necessidade premente de qualificar e desenvolver profissionais. Cabe no momento atual às organizações de todos os setores adotarem ferramentas de atração, engajamento e retenção de talentos. Um momento que está exigindo das organizações aqui instaladas uma atenção também especial às suas políticas e práticas na área de RH e gestão de pessoas.

O gestor de RH precisa ter um conjunto de habilidades e competências que o ajudem a entender o que mudou no cenário de talentos, no perfil das pessoas, nas expectativas das diferentes gerações no quadro de funcionários (principalmente a geração Y), e a natureza global e multicultural da força de trabalho.

Em plenária na manhã de sexta-feira (20), último dia do CONARH 2010, membros do Comitê Técnico do congresso fizeram um debate sobre o que os participantes levam para casa após quatro dias de troca de conhecimentos e experiências.

Cada um dos cinco eixos temáticos que nortearam o CONARH 2010 foi fundamental para trazer as mais novas tendências em Gestão de Pessoas. As ações ligadas ao tema ‘descobrir’, tivemos a oportunidade de discutir a descoberta do novo, as tendências e mudanças de cenários e aprender, planejar e lidar com as novas ferramentas nas organizações e na mediação com a sociedade, como as mídias sociais.

Dentro do subtema ‘atrair’, ressaltou a importância de uma relação de confiança, transparência e respeito entre empresas e empregados. É como um casamento, em que para manter a sedução após a fase de namoro exige que cada um se renove a cada dia.

O eixo ‘alinhar’ colocou que só é possível alinhar com real engajamento, e o RH é o principal ator para garantir isso nas organizações. É preciso estar atento e compreender as necessidades do líder da organização.

Sobre o tema ‘realizar’, frisou a necessidade do gestor de RH estar mais próximo dos conselhos de administração das empresas. Temos de fazer acontecer olhando para frente, mas com visão larga e antecipação de obstáculos e ameaças, tal qual direção defensiva. É importante ajudar cada um a ter sucesso.

E por fim, o eixo temático ‘avançar’, destacou que evoluir é um processo permanente. Tivemos a chance de debater temas ligados à longevidade do cérebro e da mente, e vimos que a aprendizagem e transformação contínuas são essenciais para garantir o bom desempenho nas organizações.

Alcides Ferri

9 de mai de 2010

Excesso de Qualificação Exigida nos Processos de Seleção

Tantas exigências - na vida profissional e até pessoal - causam essa dita super qualificação, que ninguém pode suprir.

É bem verdade que o aumento da competitividade e globalização faz com que as empresas busquem cada vez mais profissionais preparados para enfrentar os desafios da profissão e que agreguem maior conteúdo à equipe a qual estará inserida. Porém, eventualmente algumas empresas adotam formas de seleção agressivas, onde o candidato tem que ser líder, saber trabalhar em equipe, saber se relacionar, ser eficiente, falar vários idiomas, conhecer diferentes culturas, ter inúmeros diplomas, MBA, Phd, ser jovem, mas ter experiência, ter morado fora, ser isso, ser aquilo... A verdadeira “síndrome do super-homem”. Isso só contribui para afastar pessoas promissoras.

Penso que esse descompasso entre o profissional ideal (super-homem) e as pessoas de carne e osso deve de ser repensado, ou seja, não há nenhum problema em buscar o profissional ideal, é até muito natural e saudável que nos miremos nele como exemplo. Mas, assim como é estéril o amor platônico entre adolescentes românticas e seus astros de cinema preferidos, será improdutivo uma empresa ficar esperando o profissional polivalente e ultra-eficiente. A despeito de um “super-homem” o importante é focar aquele cujas competências realmente interessam para aquele cargo e aquela empresa.

Peter Drucker já alertava que a contratação de um colaborador é uma das atividades gerenciais mais importantes – e também uma das mais negligenciadas. Portanto, o sucesso por trás de qualquer processo de seleção depende do conhecimento sobre os requisitos e as competências necessárias para o cargo ao qual se está selecionando candidatos.

Outro aspecto que eu gostaria de abordar, dentro deste escopo, é a reportagem apresentada pelo programa Fantástico (TV Globo) que mostrou uma diarista na esperança de um emprego formal, com carteira assinada, acabar em decepção. Ela foi rejeitada por um frigorífico. A justificativa do empregador: “Você está muito gorda e daí pode dá problema para a firma se você entrar aqui”, contou a diarista.

Ela entrou com um processo na Justiça do Trabalho e ganhou uma indenização de R$ 5 mil. Na época, em maio de 2008, ela pesava 79 quilos, mas tinha um Índice de Massa Corporal (IMC) superior ao que a empresa tolerava que era de 35 e ela tinha 37,8.

Se por um lado os mais inflamados revoltam-se e levantam suas bandeiras contra a discriminação, por outro lado as empresas munem-se de argumentos para defender seus motivos para estas restrições.

Isto é seleção ou discriminação? Vejo uma linha muito tênue que separa a real necessidade de determinado perfil à discriminação e, nestes, creio que o profissional que se propõe a trabalhar pelas pessoas tem a obrigação ética de atuar realmente como um agende de mudanças dentro da organização.

Que os profissionais de Recursos Humanos fiquem cada vez mais atentos ao selecionar candidatos. Que façam exercícios constantes para se despir de quaisquer pré-julgamentos para não dispensar verdadeiros talentos. Que não julguem uma pessoa pelo rótulo e nem impeçam a chance a quem aparentemente está fora do perfil de qualquer que seja a função.

Por Alcides Ferri



24 de mar de 2010

Você é um profissional resiliente?

Resiliência é um conceito oriundo da física, que se refere à propriedade de que são dotados alguns materiais, de acumular energia quando exigidos ou submetidos a estresse sem ocorrer ruptura. Após a tensão cessar poderá ou não haver uma deformação residual causada pela histerese do material - como um elástico ou uma vara de salto em altura, que verga-se até um certo limite sem se quebrar e depois retorna à forma original dissipando a energia acumulada e lançando o atleta para o alto.

A área de RH tomou essa palavra emprestada da física, definindo resiliência como a capacidade do indivíduo lidar com as adversidades, superar os problemas e obstáculos e resistir as mais diversas formas de pressão sem entrar em colapso, quase como se fosse um elástico, sem se romper.

Job (2003) que estudou a resiliência em organizações argumenta que a resiliência se trata de uma tomada de decisão quando alguém se depara com um contexto de tomada de decisão entre a tensão do ambiente e a vontade de vencer.

Tais conquistas, face essas decisões, propiciam forças na pessoa para enfrentar a adversidade. Assim entendido, pode-se considerar que a resiliência é uma combinação de fatores que propiciam ao ser humano, condições para enfrentar e superar problemas e adversidades.

Hoje no mercado, as empresas vêm buscando esses profissionais capazes de suportar o estresse e se adaptar a ambientes conturbados. Um profissional resiliente têm a capacidade de retornar ao seu equilibrio emocional após sofrer grandes pressões ou estresse, ou seja, são dotados de habilidades que lhes permitem lidar com problemas sob pressão ou estresse mantendo o equilibrio. Ele terá forças para enfrentar a adversidade e ainda será capaz de apresentar soluções criativas e eficazes. Parece algo impossível, algo mágico, não é mesmo? Mas, a boa notícia é que todos nós podemos nos tornar resilientes.

Veja no post abaixo como tornar-se mais resiliente, objetivando entrar em ação e fazer o que tiver que ser feito para minimizar ou até mesmo sair da adversidade.

A esperança cura e promove a resiliência

A universitária Rose Mendes foi internada às pressas para uma bateria de exames. Dias depois recebeu a terrível notícia de que estava com câncer em estágio terminal e tinha poucos meses de vida. Os tratamentos quimioterápicos foram iniciados na esperança de retardar o avanço da doença. Dias depois, os médicos ficaram surpresos ao constatar que o câncer não só estava contido, mas retrocedia. O médico que acompanhava o caso conta que várias vezes, ao entrar no quarto de Rose, esperava ver uma pessoa arrasada e deprimida. Mas, ao contrário, via uma moça sorridente e esperançosa.

- Qual o segredo de tanta alegria? – perguntava.

- Muitas vezes despertei com medo, no meio da noite – dizia ela. – Mas logo tomava minha Bíblia, lia e conversava com Deus. Isso é o que tem me mantido firme.

O médico ficou impressionado com a determinação da paciente. Mas só quando ela se restabeleceu completamente é que ele se convenceu do poder da fé e da esperança no processo de cura.

Na verdade, esse é um fenômeno que tem chamado a atenção de muitos pesquisadores ao redor do mundo, pois está ficando evidente que a fé capacita a viver mais e melhor. Especialmente nos Estados Unidos diversas pesquisas têm constatado a relação entre fé e cura. Um estudo da Faculdade de Medicina de Dartmouth revelou que a probabilidade de pacientes cardíacos morrerem após a cirurgia era 14 vezes maior entre aqueles que não encontravam conforto na religião. Num prazo de seis meses após a cirurgia, 21 pacientes morreram – mas entre os 37 que se declararam “profundamente religiosos” não ocorreu nenhuma morte.

Outra pesquisa – da Universidade de Duke – provou que a religião de fato faz bem à saúde. Os pesquisadores acompanharam um grupo de idosos que vai à igreja uma vez por semana e ora ou lêa Bíblia pelo menos uma vez por dia. A surpresa foi que, entre os fiéis, a incidência de hipertensão é 40% menor do que entre grupos da mesma idade, mas sem a mesma fé.

Na verdade, segundo a Associação Americana para o Progresso da Ciência, atualmente há mais de duas centenas de estudos que apontam a fé como um bom remédio contra todo tipo de doença – desde a insônia até graves problemas cardíacos.

Diante desses dados, muitos pesquisadores, especialmente da área médica, têm repensado sua postura. Dale Matthews é um deles. Pesquisador do Instituto Nacional de Pesquisas para os Cuidados da Saúde, de Rockville, ele catalogou 325 estudos que examinam essa relação e os efeitos das crenças na cura das doenças. E o resultado foi surpreendente. Matthews, que costuma orar com seus pacientes no consultório, concluiu que 75% das pesquisas mostram uma conexão positiva. Ou seja, a fé tem mesmo papel importante na cura.

“Nos últimos cinco anos, as pesquisas sobre esse assunto andaram rápido. Entre outros resultados, constatou-se também que algum tipo de crença aumenta a sobrevida em 89%”, informou a uma revista de circulação nacional o cardiologista Herbert Benson, professor da Faculdade de Medicina de Harvard.

É verdade que aqueles que pautam a vida pelos ensinamentos da Bíblia mantêm um estilo de vida saudável. Em geral, não fumam, não bebem e evitam levar uma vida promíscua e boêmia. E, quando passam por algum problema de saúde, costumam encará-lo de forma mais positiva, “fazendo com que o tratamento ocorra com mais facilidade”, explica o oncologista pediátrico Vicente Odone Filho, do Instituto da Criança, em São Paulo.

Isso não é tudo. A fé e a disposição positiva que dela advém ajudam a produzir substâncias importantes para o organismo. Embora ainda não se conheçam exatamente quais dessas substâncias são produzidas em maior quantidade a partir dos bons sentimentos, é consenso que a ação desses hormônios resultantes dos estímulos de fé ou posturas positivas ajuda no fortalecimento do organismo.

Muitos, como a melatonina e as catecolaminas, atuam diretamente sobre o sistema imunológico, responsável pelas defesas do corpo, contribuindo para a produção de suas células. “Sabemos que o sistema límbico (conjunto de núcleos cerebrais onde são avaliadas as emoções) também está conectado ao sistema nervoso, vinculado à coordenação de funções como a de controle da pressão sanguínea e de batimentos cardíacos”, afirma Andrew Newberg, pesquisador da Universidade da Pensilvânia.

Tranquilizante natural

Também já se percebeu que as pessoas religiosas – especialmente aquelas que crêem na vida após a morte – são muito menos ansiosas. É fácil compreender por que esse efeito da fé também é bom para o corpo. A ansiedade é um sentimento que, depois de processado pelo cérebro, provoca descargas de adrenalina no organismo. Esse hormônio acelera os batimentos cardíacos e eleva a pressão arterial. A exposição crônica a esse hormônio contribui para o surgimento ou agravamento de doenças cardiovasculares e gastrointestinais. Além disso, a ansiedade enfraquece as defesas do organismo.

O Dr. Herbert Benson promoveu uma nova compreensão da fisiologia envolvida nessa fé capaz de curar. Ele observou que de 60% a 90% das consultas médicas envolvem doenças relacionadas com o estresse – incluindo hipertensão, infertilidade, insônia e problemas cardiovasculares. O Dr. Benson, porém, demonstrou que o estado de relaxamento provocado pela oração e meditação reduz o impacto dos hormônios do estresse, tais como a noradrenalina e a adrenalina. Portanto, acreditar em algo mais do que a vida terrestre ajuda a ser feliz e, consequentemente, encarar problemas, inclusive doenças, com otimismo.

A verdadeira religião, que brota do coração e se submete à vontade de Deus, provê a serenidade e o equilíbrio necessários a uma vida de paz e alegria. Como bem disse Maíza Netz, cantora cristã: “Antes de conhecer a Cristo, eu levava uma vida triste com poucos momentos de alegria; hoje vivo uma vida feliz com poucos momentos de tristeza.”

A religião amplia os horizontes e dá a certeza de que não precisamos enfrentar sozinhos as lutas. Dom Cláudio Hummes, em sua coluna no jornal O Estado de S. Paulo do dia 1º de dezembro de 1999, disse que “a modernidade fracassou na medida em que excluiu a transcendência divina e quis endeusar o homem, a quem, na verdade, tirou todo horizonte para se superar e sair da prisão egocêntrica. A fé cristã, ao invés, aponta uma esperança real”. E a esperança nascida da fé continua e continuará sendo um santo remédio.

Benefícios da religião

Certeza de não viver sozinhos e poder contar com o poder infinito de Deus;

Senso de pertencer a uma família/comunidade;

Libertação do sentimento estressante de culpa, através da

confissão e do perdão;

Consciência da origem e destino humanos, bem como de nosso lugar no Universo;

Serenidade, equilíbrio moral e felicidade;

Reforço da auto-estima, por saber que fomos criados por Deus e à Sua imagem;

A adoração e o serviço pelos outros nos levam para além de nós mesmos e nos dão senso de utilidade.

Pílulas antiestresse

Aqueles que lêem a Bíblia percebem que ela está repleta de doses de esperança. Há textos que são verdadeiras “pílulas antiestresse”:

“Teme ao Senhor e aparta-te do mal; será isto saúde para o teu corpo e refrigério para os teus ossos” (Pv 3:7, 8).

“A paz de espírito dá saúde ao corpo” (Pv 14:30 BLH).

“O coração alegre é bom remédio, mas o espírito abatido faz secar os ossos” (Pv 17:22).

“Deixo-vos a paz, a Minha paz vos dou; não vo-la dou como o mundo a dá. Não se turbe o vosso coração, nem se atemorize” (João 14:27);

“Não andeis, pois, inquietos, dizendo: Que comeremos ou que beberemos ou com que nos vestiremos?… Buscai primeiro o reino de Deus, e a Sua justiça, e todas essas coisas vos serão acrescentadas” (Mt 6:31, 33).

“O Senhor é o meu Pastor; nada me faltará. Deitar-me faz em verdes pastos, guia-me mansamente a águas tranqüilas. Refrigera a minha alma… Ainda que eu andasse pelo vale da sombra da morte, não temeria mal algum, porque Tu estás comigo” (Sl 23:1, 2, 4).

(Michelson Borges, Outra Leitura)

Disponível também em http://saude-familia.blogspot.com

17 de mar de 2010

Assertividade e Autoconhecimento: Favorecendo os Profissionais

Assertividade é uma palavra que poucos conhecem. Embora alguns a associem com agressividade, isso não é verdade. Assertividade está ligada à palavra asserção, que segundo o Dicionário Aurélio, quer dizer:

1. Afirmação, asseveração.

2. Alegação, argumento.

Hoje, no mundo dos negócios, os profissionais devem ser assertivos, inclusive na entrevista para seleção de pessoal, pois não bastam ter competência técnica, as empresas desejam pessoas talentosas. A assertividade facilita a demonstração de suas competências, interesses e habilidades. Entretanto, não se preocupe, pois existem vários cursos sobre o assunto. Se você não nasceu dotado de um grau de assertividade positivo, é possível aprender; aliás, tudo na vida é questão de aperfeiçoamento. Você também não precisa ser um líder ou, necessariamente, autoritário para isso; contudo, deve acreditar em suas verdades, principalmente em uma negociação, onde deve ocorrer sempre o ganha-ganha.

Toda pessoa assertiva tem uma auto-estima positiva e procura, sempre, se auto-avaliar para modificar padrões de pensamentos e valores pessoais. São pessoas capazes de expressar suas idéias, opiniões e sentimentos, ao mesmo tempo em que há uma afirmação de direitos, sem, porém, violar os direitos dos demais, são pessoas que conseguem se comunicar sem ansiedade e constrangimento.

Ao ser assertivo com o seu interlocutor, você está afirmando o seu “Eu”, por isso a assertividade está ligada a pessoas que têm auto-estima positiva e sabem fazer o seu Marketing Pessoal e/ou Profissional, porém, sem arrogância ou agressividade. São pessoas autoconfiantes, independentes e que sabem o que querem. Acreditam em sua capacidade de agir e gerar resultados eficientes para todos os envolvidos em seu ambiente.

Algumas pessoas não utilizam a assertividade em sua comunicação porque pensam que, afirmando os seus desejos e intenções, podem ser rejeitados. Se você se vê assim, precisa transformar a sua auto-estima de negativa ou baixa para uma auto-estima equilibrada; lembre-se que sempre é possível mudar crenças e valores. Tenha em mente que a assertividade pode caminhar com a cooperação; como exemplo, você não precisa depreciar ou menosprezar o outro em uma negociação.

Ser assertivo é ser também, empático. O assertivo de verdade combina alta capacidade assertiva com equilibrada agressividade, construindo, assim, relações positivas, pois gera maior credibilidade com todos da equipe. Não é necessário e nem se deve invadir o espaço do outro para ser assertivo. Você favorece seus contatos sociais quando a outra pessoa percebe que você a respeita, mesmo tendo opiniões diferentes daquelas expressadas por ela.

Um ponto importante a relevar é que todo profissional assertivo é comprometido com suas metas e escolhas, por isso aumenta suas chances de crescer em sua carreira. Sabe conduzir relações interpessoais de forma positiva, não somatizando doenças, engolindo os famosos sapos. Saiba controlar a sua ansiedade e administrar as suas emoções. Quem tem a ganhar é você mesmo. Se você não é assertivo o bastante, basta confiar na sua capacidade de transformação e ser persistente. Busque sempre o autoconhecimento.

Escrito por: Luisa Gubitosi de Medeiros é grafoanalista e consultora de Recursos Humanos com 14 anos de experiência com maior ênfase em Seleção de Pessoal, Levantamento de Potencial (treinamento) e direcionamento de carreira.

16 de mar de 2010

Inveja no Trabalho

Você já presenciou algum ato hostil em função do sentimento de inveja no trabalho? Possivelmente sim.

Mas antes de falarmos sobre esta praga humana, primeiro precisamos definir o que significa inveja. Inveja é o sentimento de desgosto pela prosperidade ou alegria do outro, o desejo de possuir aquilo que o outro possui; cobiçar as coisas alheias. Veja que não mencionei a palavra ciúmes. A palavra ciúme significa ter zelo pelo outro ou por alguma coisa ou lugar.

Que diferença faz então em nossas vidas? Se você teve ciúmes da promoção que um colega de trabalho recebeu, não fique com a consciência pesada. Lembre-se que você também queria esta mesma promoção, você acreditava que merecia e que este era o momento. Ou seja, você tinha zelo pela condição que lhe daria uma promoção na empresa.

Porém, se você teve um sentimento de inveja, saiba que não foi pela promoção do colega, mas você teve foi um sentimento de desgosto pela alegria e prosperidade que ela causou ao seu colega. Você preferiria que a promoção nem viesse pra você, desde que não fosse para esta pessoa. A inveja é direcionada às pessoas, o ciúme é direcionado às coisas.

Lembra-se de quando você perdeu aquele torneio de futebol na época de criança. Você presenciou a entrega da medalha para o outro time e ficou pensando: Puxa, como eu queria estar ali. Este sentimento é de ciúmes. Você não mirou na pessoa que recebeu a medalha, você direcionou seu desejo para a medalha em si, na satisfação pessoal que a condição de campeão lhe traria.

Por exemplo: Aos 17 anos de idade, Pelé já era campeão mundial. Maradona, nesta idade, foi substituído por Menotti. Aos 21, Pelé já tinha alcançado a marca de 500 gols. Maradona aos 21 joga uma copa sem brilho e acaba expulso por entrada violenta contra um jogador brasileiro. Aos 26 anos de idade, Pelé é considerado o rei do futebol durante a copa na Inglaterra. Com a mesma idade, Maradona foi considerado o melhor jogador do mundial da Inglaterra fazendo um famoso gol de mão.

Pelé faz 30 anos e se torna tri campeão mundial no México. Maradona quando chega à mesma idade, é expulso do futebol italiano por uso de drogas. Quando Pelé chegou aos 34 anos de idade, foi para os Estados Unidos para lançar definitivamente o futebol nos gramados sintéticos daquele país. Já Maradona por sua vez, quando chegou aos 34, foi pego no antidoping por uso de drogas e expulso do mundial de 94 dos EUA. Por ironia do destino, no mesmo país em que Pelé se consagrou como o principal responsável pelo crescimento deste esporte.

Observe que todas as vezes que Maradona fala de Pelé, a intenção é de desqualificá-lo. Maradona sempre fala com desdém de Pelé, ataca-o até no nível pessoal. O que então ele sente por Pelé? Inveja. Isto mesmo. Maradona sente desgosto pela prosperidade de Pelé, e nunca esconde seu desejo de possuir aquilo que o rei possui. Por isso Maradona está sempre doente. Não acredite no dizer: A inveja mata. Nada disso. Inveja não mata. Inveja adoece o coração e a mente humana.

Se você tem alguém no trabalho com inveja de você, então revide com amor, atenção e carinho. O amor amansa o coração, a atenção transmite importância para o outro e o carinho cura os maus pensamentos humanos.

Escrito por: Alexandre Freire é Consultor Sênior do Instituto MVC; Professor da Fundação Getúlio Vargas; Autor de vários livros e vídeos na área de Performance Gerencial

A chamada geração Y se tornará uma geração ingênua?

O "conflito de gerações" persiste em um elemento básico da análise social e política americana. A noção de que circunstâncias particulares e as experiências de cada grupo bem-sucedido o imbui com percepções, crenças e valores distintos parece intuitivamente racional e atraente. É também lisonjeira. Numa cultura de mercado de massas, pertencer a um grupo distinto, mesmo que englobe muitos milhões, contribui para um sentido de identidade. Numa pesquisa Gallup, feita em 1969, 74% dos americanos acreditavam no conflito de gerações. Uma pesquisa realizada no ano passado indicou que, hoje, 79% acreditam nisso.
Entre 1969 e hoje, as gerações, é claro, mudaram. Naquela época nós tínhamos os baby boomers (hoje entre 46 e 64 anos), que se aliaram numa batalha contra as gerações da 2.ª Guerra Mundial e da Grande Depressão. Hoje, a chamada geração Y, ou geração da internet (aqueles com menos de 29 anos), e a geração X (entre 30 e 45 anos) competem com os boomers e os americanos com 65 anos ou mais. As fronteiras exatas entre as gerações são, de alguma maneira, arbitrárias, e outras diferenças individuais (como renda, religião, educação, geografia) também são mais importantes. Mas os contrastes entre elas ajudam a traçar as mudanças e a continuidade nos Estados Unidos.
Examinemos um estudo dos 50 milhões de jovens da geração Y realizado pelo Pew Research Center. O estudo descobriu alguns fatos surpreendentes e outros nem tanto. Entre os surpreendentes (para mim): quase dois quintos dos jovens que integram a geração Y usam tatuagem, em comparação com os da geração X, um terço deles, e apenas 15% na geração mais velha. O que não me surpreendeu: a geração Y é a primeira geração verdadeiramente digital. Três quartos dos jovens criaram um perfil no Facebook ou em algum outro site social. Somente metade da geração X e 30% dos baby boomers se interessam por isso. Um quinto dos jovens da geração Y postou vídeos deles próprios na internet, muito mais do que os da geração X (6%) ou a geração mais velha (2%).
Sob muitos aspectos, os jovens da geração Y expandem muito pouco as tendências sociais. Desde o fim do alistamento militar, nos anos 70, a prestação do serviço ficou mais rara. Apenas 2% da geração Y é veterana; numa idade similar, 13% da velha geração e 24% dos mais velhos serviram o Exército.
Cada geração mais jovem mostra mais abertura do ponto de vista racial e sexual. Metade dessa geração defende o casamento gay; entre os "baby boomers" e os ainda mais velhos, o apoio chega a um terço e um quarto, respectivamente. Só 5% da geração Y se opõe a casamentos inter-raciais, e entre os que têm mais de 65 anos, 26%.
O estudo do Pew Center indagou sobre o que é ter um casamento bem-sucedido. Mais de quatro quintos de todos os grupos de idade disseram ser muitíssimo importante. A crença em Deus é generalizada: atinge 64% dos jovens da geração Y e 73% daqueles com mais 30 anos. Existe um consenso sobre muitos valores, mesmo se os ideais (casamento estável, por exemplo) são com frequência transgredidos.
Mas há uma tendência a se exagerar as generalizações, reduzir a importância da cultura nacional e ignorar as diferenças individuais. O estereótipo nos anos 60 dos baby boomers - um exemplo óbvio - como pessoas usuárias de droga, obcecadas por sexo, que desafiam a autoridade, libertinos anticapitalistas, foi derrubado. Mas, para os jovens de hoje, uma área tem muita importância: a economia. A violenta crise econômica atingiu duramente esses jovens. De acordo com o Pew Center, quase dois quintos daqueles entre 18 e 29 anos (37%) estão desempregados, "a mais alta porcentagem (...) em mais de três décadas".
Apenas 41% têm emprego em período integral, uma queda em relação aos 50% de 2006. Proporcionalmente, mais jovens dessa nova geração perderam recentemente seu emprego (10%) do que os da geração de mais de 30 (6%). Cerca de um terço dos entrevistados disse estar recebendo ajuda financeira da família, e 13% daqueles em idade entre 22 e 29 anos voltaram a viver com os pais.
Esses efeitos adversos devem perdurar. Um estudo frequentemente citado, realizado pela economista Lisa Kahn, da Universidade Yale, concluiu que jovens formados em faculdade e que entram no mercado de trabalho onde a taxa de desemprego é alta recebem um salário menor, e isso pode durar duas décadas. Escrevendo na revista The Atlantic, Don Peck disse que muitos jovens da geração Y foram mimados, achando que têm direitos, e estão mal preparados para um "ambiente econômico difícil".
Não têm a persistência e imaginação para enfrentar uma situação e se sair bem.
Essa acusação é injusta. Pela minha experiência pessoal, esses jovens são aplicados, disciplinados e determinados diante de uma frustração. De qualquer maneira, mais noticias ruins podem estar à frente. À medida que os baby boomers se aposentam, o crescimento dos gastos federais com a Previdência Social, o Medicare e o Medicaid podem aumentar os impostos que os jovens terão de arcar e encolher outros programas do governo. Será mais difícil começar a desenvolver uma família.
Eles podem se tornar uma geração ingênua. Eles devem pagar pelos pecados econômicos dos mais velhos, particularmente o fracasso deles em antecipar os custos previsíveis da aposentadoria dos baby boomers.
O que leva a uma pergunta: em 2008, um em cada dois desses jovens votou em Barack Obama; nas pesquisas, eles dizem estar mais dispostos do que americanos mais idosos a um governo ativista e que interfira na economia. Mas seu ardor por Obama já está esfriando.
Os impostos mais altos vão abrandar seu entusiasmo pelo governo?

Escrito por (Robert J. Samuelson - O Estadao de S.Paulo )
/TRADUÇÃO DE TEREZINHA MARTINO
O AUTOR ESCREVE PARA O "THE WASHINGTON POST"

Para ter sucesso é imprescindível CHA + VE + FE

As empresas buscam identificar e desenvolver entre seus colaboradores diferentes competências, baseadas em seus princípios e missão, tais como: foco em resultados, foco no cliente, capacidade de negociação e comunicação. No mundo corporativo, muito se fala no tripé "CONHECIMENTO-HABILIDADE-ATITUDE", ou seja, o conhecido "CHA" do sucesso para uma liderança eficaz.

A junção das três letras C-H-A é o conjunto de características individuais que as organizações exigem de seus profissionais para que eles alcancem seus objetivos finais.

Essas letras significam, de forma geral:

* Conhecimento: Saber fazer - conhecimentos variados adquiridos ao longo da vida, em escolas, universidades, cursos, entre outros.

* Habilidade: Saber como fazer - habilidades desenvolvidas para fazer algo com determinada destreza.

* Atitude: Fazer - atitudes comportamentais frente às situações e tarefas vivenciadas no dia-a-dia.

Existem muitos treinamentos, livros e artigos sobre liderança que abordam o tema sob esse prisma. Porém, atualmente, vivemos em um mundo plano, globalizado e muito mais competitivo, onde equilibrar-se sobre três pilares apenas está cada vez mais difícil. Se uma perna balançar, a queda virá facilmente. Após refletir sobre o assunto, conhecer histórias de grandes líderes e observar exemplos práticos, percebi que o que leva efetivamente ao desenvolvimento de uma liderança forte e consistente é CHAVE + FE.

O "CHA" continua sendo imprescindível, porém acrescentado de mais quatro letras:

Valores: Ética, respeito, honestidade, integridade e responsabilidade no que faz.

Experiência: Vivência que permite acúmulo de sabedoria, prática e tentativas frustradas ou bem sucedidas.

Fé: Crença, confiança, esperança, comunhão e espírito em equilíbrio.

Expectativas: Desejos, sonhos, vontades e aspirações.

Valores se perderam. Grandes corporações seculares sucumbiram à recente crise econômica por vários motivos. O que chama a atenção é que a falta de ética e respeito a princípios fundamentais, tais como honestidade e integridade, vieram à tona como escândalos em diferentes setores e regiões do mundo.

Muitos investidores e poupadores perderam a confiança de deixar seus recursos financeiros em instituições bancárias, por desvio de recursos e propósito dessas organizações. Há que se resgatar e incorporar até mesmo os valores mais básicos em cada indivíduo. Pessoas íntegras dizem a verdade e cumprem seus propósitos. Elas assumem responsabilidade por suas ações, reconhecem seus erros e os consertam.

Experiências frustrantes vivenciadas na infância podem bloquear determinadas características ou levar a atitudes descontroladas. Por outro lado, muito mimo ou uma vida permeada apenas de êxitos pode levar a uma autoestima exacerbada que em um titubear pode ocasionar uma queda com sequelas irreparáveis.

A quantidade e a qualidade de experiências - boas e ruins - são determinantes para superar os obstáculos que surgem na trilha do sucesso. Pessoas maduras possuem capacidade de enfrentar as situações de sufoco, de lidar com o estresse e com os retrocessos, e, no sentido oposto, naqueles momentos maravilhosos, de celebrar o sucesso com a mesma dose de orgulho e de humildade.

A fé move montanhas e abre caminho pelo mar. Segundo as escrituras, "Pela fé, o povo atravessou o Mar Vermelho como em terra seca; mas, quando os egípcios tentaram fazê-lo, morreram afogados". O sucesso vem quando acreditamos no que nos propomos fazer. O verdadeiro líder tem coragem para tomar decisões impopulares, pois crê que determinadas ações serão benéficas para a organização como um todo.

No mais, uma vida espiritual em equilíbrio permite harmonia, estabilidade mental e emocional, autocontrole e domínio para melhor tomada de decisões. Muitas decisões devem ser temperadas com pitadas de lógica, emoção, intuição e fé, pois somos incapazes de conhecer os planos divinos. A espiritualidade, independentemente de religião, é inerente a todo ser humano e permite melhorar as relações interpessoais e a qualidade de vida das pessoas.

Expectativas claramente mapeadas, realizáveis e monitoradas regularmente levam o profissional ao sucesso com mais tranquilidade e êxito. As declarações de missão eficazes equilibram o possível e o impossível. Se o indivíduo não sonha crescer profissionalmente, não basta simplesmente fazê-lo participar de todos os treinamentos existentes. Há que se perceber a realidade individual, ter consciência do momento e de onde se deseja chegar para, então, partir para o desenvolvimento pessoal e profissional.

Empresas modernas e competitivas querem profissionais completos e equilibrados que sejam capazes de tomar decisões acertada e assertivamente. Decisões complexas só terão efeito duradouro e efetivo quando tomadas, baseadas nos princípios universais, por pessoas maduras e equilibradas em diferentes pilares, além de apenas em seus conhecimentos e habilidades.

Hoje, se requer mais o desenvolvimento do componente humano, além do lado profissional. Portanto, creio que, o adicionar ao CHA, VE+FE, permite que o colaborador alcance o sucesso de forma mais consistente e duradoura.

Escrito por: Marcelo Minoru Murata, Graduado em engenharia elétria (FEI-SP), pós-graduado em administração industrial (EP-USP) e economia (FEA-USP).

Qualidade de Vida no Trabalho

A qualidade de vida no trabalho não é mais um diferencial, mas sim uma exigência de mercado, pois a empresa que não estiver com pessoas em primeiro plano, dificilmente torna-se competitiva no mercado.

Enquanto as organizações preocupam-se em ser mais competitivas, produzindo mais e melhor a custos menores, os empregados buscam no interior das empresas onde trabalham a compensação do estresse causado pela busca frenética de resultados.

Segundo Limongi França (2007), o atual contexto social e econômico caracteriza-se por demandar de quando parte das empresas uma crescente atenção com seus ativos intangíveis.

A qualidade de vida no trabalho não decorre apenas do salário acima do mercado, e sim resulta em tratamento humano, da gentileza, da leveza nas relações. Não se pode esperar qualidade no desempenho de pessoas que carecem de qualidade em seu próprio trabalho.

A qualidade de vida no trabalho se apresenta como uma preocupação do homem deu-se inicio da sua existência, com objetivo de facilitar ou trazer satisfação e bem-estar ao trabalhador na execução de suas tarefas. “O conceito de qualidade de vida engloba vários aspectos como físicos, ambientas e psicológicos do local de trabalho” (CHIAVENATO, 2004).

No Brasil, a preocupação com a qualidade de vida no trabalho, surgiu mais tardiamente, em função da preocupação com a competitividade das empresas num contexto de maior abertura para importação de produtos estrangeiros e na esteira dos programas de qualidade total.

Muitos são os conceitos de QVT entendidos por autores da Administração, mas pode-se entender qualidade de vida como satisfação e bem-estar com relação ao local de trabalho.

Qualidade de vida no trabalho trata especialmente do bem-estar do que os trabalhadores entendem que os cargos representam uma fonte de renda e principalmente um meio de motivação para o bem-estar de cada um deles.

A qualidade de vida no trabalho tem sido utilizada como indicador das experiências humanas no local de trabalho e do grau de satisfação das pessoas que desempenham o trabalho. O conceito de qualidade de vida implica um profundo respeito pelas pessoas. Para alcançar níveis elevados de qualidade e produtividade, as organizações precisam de pessoas motivadas, que participam ativamente nos trabalhos que executam e que sejam adequadamente recompensadas pelas suas contribuições. A competitividade organizacional – e obviamente, a qualidade e produtividade – passam obrigatoriamente pela qualidade de vida no trabalho.

Referências:
DE AZEVEDO, Mércia Maria Nascimento; DE AZEVEDO, Stephen Nascimento. QUALIDADE DE VIDA NO TRABALHO DOS EMPREGADOS DA AZEVEDO METAIS. Monografia de Administração, 2007.

FRANÇA, Ana Cristina Limongi; ARELLANO, Eliete Bernal. As pessoas na organização – Qualidade de vida no trabalho. 7ª edição. São Paulo: Editora Gente, 2002.

MARRAS, Jean Pierre. ADMINISTRAÇÃO DE RECURSOS HUMANOS – DO OPERACONAL AO ESTRATÉGICO. 11ª edição; Pág. 31 São Paulo: Editora Futura, 2005.

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