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São José do Rio Preto, São Paulo, Brazil
Formação Superior em Recursos Humanos, Pós-Graduado em Gestão Estratégica de Pessoas e curso de Liderança Aplicada. Experiência de 14 anos na área de Recursos Humanos. Experiência de 09 anos na área Administrativa/Financeira. Atuou nos segmentos de Construção Civil, Rede Educacional/Religiosa e Consultoria de RH. Atualmente atua como Consultor em RH e Palestrante Motivacional/Comportamental - realizando palestras e treinamentos, in company, objetivando inspirar e persuadir as pessoas a se engajarem na busca constante de seu autodesenvolvimento, visando à superação das lacunas e carências existentes em suas competências a fim de atingirem sustentabilidade na carreira. Como Consultor, propõe ações interventivas, quando solicitado pelas empresas, que podem ser efetivamente aplicadas para solucionar problemas e conduzir ao aperfeiçoamento no que tange a Gestão de Pessoas. Coautor do Livro Ser + com T&D - Estratégias e Ferramentas de Treinamento e Desenvolvimento para o Mundo Corporativo.

29 de abr de 2011

LIÇÕES DO CASAMENTO REAL PARA A ÁREA DE RH

A integração de diferentes gerações (tradicionais, baby boomers, geração X, geração Y e geração Z) é a receita de sucesso para alavancar empresas e solidificar a imagem perante os stakeholders.
Com o casamento do príncipe William (o segundo na ordem de sucessão ao trono) com Kate Middleton, muito se cogita se a rainha Elizabeth II abdicará do trono em favor do neto, preterindo desta forma o filho Charles (o primeiro na ordem de sucessão ao trono). O desejo de muitos britânicos por William subir ao trono é pelo fato de dizerem que Charles jamais teve carisma ou empatia para isso. Pontuam que Charles tem uma imagem desgastada e também a idade o “desqualificaria”, tendo em vista que é o mais velho Príncipe de Gales longe do trono em contraste com toda a vitalidade e jovialidade do príncipe William.
No entanto, deixando de lado a questão de imagem relacionada ao príncipe Charles, sabe-se que ele é sim preparado e, a despeito da idade, esta lhe confere experiência para assumir o trono com propriedade, já que William, embora simpático, inteligente e a figura mais popular da família real – ainda necessita, segundo a rainha Elizabeth II, passar por um estágio para aprender a ser rei, tendo em vista que a realeza entende que William ainda não está apto para tal posição.
Com a responsabilidade de, futuramente, subir ao trono – William deverá passar por uma espécie de treinamento, objetivando estar plenamente preparado a fim de desempenhar suas funções da melhor forma. Porém, muito provavelmente deverá aguardar um longo tempo antes que a partida de sua avó e de seu pai lhe permita assumir. Até lá, a monarquia inglesa se solidifica e ganha força, com o casamento real, justamente porque está sabendo aproveitar o que as diferentes gerações podem oferecer.
William se mostra moderno e despojado. Continuará atuando, por um tempo, como piloto de helicópteros da Força Aérea Real Britânica e posteriormente passará por um preparo mais intenso a fim de se familiarizar com a posição de rei. Já Kate, dá mostras de oferecer estabilidade emocional a William, se apresenta simpática, disciplinada e querida dos súditos. A aceitação, por parte da realeza, da origem plebéia de Kate demonstra um exemplo, vindo de cima, de que a separação de classes parece se desfazer. Sendo assim, o Palácio de Buckingham aposta no casal, com suas características aliadas a experiência dos demais membros da realeza, para garantir a popularidade da monarquia inglesa e revigorar a imagem junto aos súditos e admiradores.
Trazendo tudo isso para o ambiente organizacional, vem à tona aquilo que é chamado de conflito das gerações presentes nas empresas, já que existem profissionais de diferentes faixas etárias atuando juntos no ambiente corporativo, cada um com suas características e atributos peculiares. Temos: tradicionais (nascidos até 1950), baby boomers (nascidos entre 1951 e 1964), geração X (nascidos entre 1965 e 1983), geração Y (nascidos entre 1984 e 1990) e geração Z (nascidos a partir de 1991 – uma continuação da geração Y).
A importância de conciliar tais gerações, através da área de Gestão de Pessoas, é um desafio para as empresas – pois se sabe que os resultados positivos são oriundos da boa interação e harmonia entre diferentes profissionais. As gerações precisam se entender e absorver, por meio de troca de conhecimento, o que cada uma tem de bom a oferecer as outras e consequentemente em prol das organizações.
Cada geração tem seu potencial e suas limitações. No caso da geração Y é que essa tem muito potencial para desenvolver, porém esse potencial tem que ser ainda trabalhado. As gerações anteriores podem apresentar, por exemplo, dificuldades com a tecnologia e ou idiomas, no entanto a experiência e maturidade são relevantes.
As empresas que sabem se valer dessas diferenças e importantes características se beneficiarão diante dos interessados no negócio, os stakeholders. Para tanto, é importante contemplar os jovens sem desprestigiar os velhos.
Quando Kate adentrou a Abadia de Westminster, milhões de pessoas puderam observar o piso do templo – um vistoso piso de ladrilhos quadriculado em preto e branco, justamente para transmitir a ideia de que para se chegar a Deus é preciso, primeiro, conviver com as diferenças.
*Autor: Alcides Ferri tem formação Superior em Recursos Humanos e Pós-Graduado em Gestão Estratégica de Pessoas. Experiência de 14 anos na área de Recursos Humanos. Experiência de 09 anos na área Administrativa/Financeira. Atuou nos segmentos de Construção Civil, Rede Educacional/Religiosa e Consultoria de RH. Participante ativo no CONARH – Congresso Nacional sobre Gestão de Pessoas, com projetos voltados para área de RH. Atualmente atua como Palestrante Comportamental/Motivacional - realizando palestras, in company, na área de Treinamento e Desenvolvimento, objetivando inspirar e persuadir as pessoas a se engajarem na busca constante de seu autodesenvolvimento, visando à superação das lacunas e carências existentes em suas competências a fim de atingirem sustentabilidade na carreira.

Um comentário:

  1. Adorei este teu artigo Alcides..
    Parabéns! muito bem lembrado e colocado.
    Vou recomendá-lo para os meus alunos do Mackenzie.

    Abraços,


    Maria Helena Afonso

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